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sexta-feira, abril 16, 2004

A quien le importa. 


O novo disco de Fangoria "Arquitectura efimera" sai dia 26 de Abril em Espanha. Que sorte! Cá não deve sair nunca. Para quem gosta da Alaska, sozinha ou acompanhada por Nacho Canut em versão Fangoria, visite o site e ouça, para já, o novo tema "Retorciendo palabras".
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Saramago & Companhia. 

Saramago, o nosso nobelizado, fez ontem a pazes com o PSD, doze anos depois de Sousa Lara ter vetado a candidatura do seu livro "O Evangelho segundo Jesus Cristo" a um prémio europeu de literatura. Saramago e Durão Barroso enterram assim o machado de uma guerra que o primeiro considera encerrada e o segundo chama de ridícula. Eu, com a lágrima no olho, espero que este lindo exemplo faça eco e que o Batatoon e o Companhia também voltem a ser amigos. Acho que o circo ficava mais completo.

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Quatro em um. 

Scissor Sisters, James Murphy ( DFA recordings, LCD SoundSystem), Richard X e Zoot Woman vão estar juntos no mesmo local, no mesmo dia. Apontem nas agendas. 27 de Maio, no Lux, vai ser muito cansativo para o corpo, mas muito bom para o resto. Eu vou estar lá, no dia seguinte faço anos e não me lembraria de presente melhor.



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quinta-feira, abril 15, 2004

Mister Scud is back! 

Ontem na Sic Notícias, Nuno Rogeiro falava sobre os reféns no Iraque. No estilo a que nos habituou, afirmava que os governos deviam agir com precaução, com firmeza e não podiam ceder apenas porque um ser humano é morto.
Continuando e a propósito do assassinato do cidadão italiano, Nuno "Scud" Rogeiro disse ser esta uma questão muito complexa e lembrou-nos que há casos em que os próprios reféns abraçam as causas dos raptores, muitas vezes ficando mesmo amigos. Hummm! Quer-me parecer que não será o caso do cidadão italiano!!


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BUTT. 

A revista holandesa BUTT convida ao envio de fotografias do nosso rabo ( nosso, i.e.,de cada leitor) para a secção Butt - Head dating.
A ideia é depois os outros clicarem no nome ou nick e enviar um mail para futuros contactos. Fui ver os "butts" que por lá havia e, surpresa das surpresas, havia mais caras do que rabos ( nenhuma portuguesa, claro!!). Conclui-se assim que quem vê caras, não vê butts. O que de um ponto de vista de expectativa criada é triste, muito triste.


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Playtime - Vida Moderna 

A não perder, hoje às 22 horas na :2, o filme de, e com, Jacques Tati. O senhor Hulot em hórario nobre. Vejam, noblesse oblige.

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Banda Sonora para um dia qualquer. 

Any Love - Rufus & Chaka Khan
Bizarre Love Triangle - New Order
Let's Dance - David Bowie
Are you ready for love - Elton John
Traume - Superpitcher
Smooth operator - Sade
Personal Jesus - Depeche Mode
Autumn - Twig
The Boss - Diana Ross
Another one bites the dust - Queen
Poor Leno - Royksopp
Panic- The Smiths
Everything she wants - Wham!
Crazy in love - Beyoncé
Losing my edge - LCD Soundsystem
Make it happen - Playgroup
Black is the colour of my true love's hair (Jaffa RMX) - Nina Simone
Comfortably numb ( Ewan Pearson RMX) - Scissor Sisters
Boys don't cry - The Cure
In the car crash - Swayzak
Nothing is written - Phantom/Ghost
Baby's on fire - Superpitcher
I walk (Superpitcher RMX) - Quarks
Hey Ya! - Outkast
Holyday - Madonna
Jacques your body ( make me sweat) - Les rythmes digitales
Slow - Kylie Minogue
Rock your body ( video version) - Justin Timberlake
Nightclubbing - Iggy Pop/David Bowie
Relax - Frankie goes to Hollywood
Paid in full (Coldcut RMX) - Eric B & Rakim
Around the world - Daft Punk
Crazy Love - Colder
Plug it in - Basement Jaxx
Pull up to the bumper - Grace Jones
Baillando - Alaska
Planet Earth - Duran Duran

Esta lista não teria fim. Fica o resto para uma próxima. Enjoy!
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quarta-feira, abril 14, 2004

Prémio Caramelo. 

Segundo o "Diário de Notícias", o actor português Joaquim de Almeida vai receber o Prémio de Honra da 10ª edição do Festival Ibérico de Cinema de Badajoz "em reconhecimento pela sua trajectória profissional nos dois lados da fronteira". Pela parte que me toca neste reconhecimento, espero que o Prémio seja um saco de caramelos.
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terça-feira, abril 13, 2004

O melhor de Bowie. 

Ando a ver aos bocadinhos, para poupar, o dvd Best of Bowie. Não consigo deixar de confirmar que ele era, é e será um dos melhores performers do mundo. Poucos sabem, ou conseguem, ser um e vários ao mesmo tempo como Bowie consegue. Ele é Ziggy, ele é Thin White Duke, ele é bissexual, ele é heterossexual, ele é Berlim, ele é Nova Iorque. Ele canta como ninguém.Uma reinvenção constante e de extremo bom gosto ao longo de mais de 30 anos é de agradecer. Ground control to Major Tom:Thanks, Mr. Bowie, thanks a lot.
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Carlos Queirós para a Iberia já! 

Há uns posts atrás falava do mau inglês das hospedeiras e comissários da Iberia. Acabo de ouvir o Carlos Queirós a falar espanhol. Quase consegui vê-lo a explicar quantas e quais as saídas de emergência e a forma correcta para colocar os coletes salva-vidas e as máscaras de oxigénio. Quase consegui, depois comecei a rir e ainda não parei.
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domingo, abril 11, 2004

Six Feet Under Revisited. 

Em tempo de Páscoa, este fim-de-semana prolongado caiu que nem uma luva. As coisas aqui no Porto estão um bocado mortiças e ainda bem. Ainda bem porque se pode andar na rua calmamente durante o dia, apanhar sol sem ter que esperar pela cadeira na esplanada e, principalmente, ainda bem porque, à falta de bons motivos para ir para os copos, fiquei em casa a revisitar a primeira série Six Feet Under. Já a tinha comprado há algum tempo, mas como andava entretido com a terceira série, guardei esta para quando as saudades batessem forte. E que saudades eu tinha! Tenho devorado episódio atrás de episódio.
Sublimemente escrita, espantosamente representada. Um mimo para os sentidos. O episódio piloto é de uma graciosidade que magoa.A cena do funeral, em que Nate se recusa a polvilhar o caixão do pai com um objecto que se assemelha a um açucareiro, é linda. Todo o episódio tem uma intensidade dramática que nos deixa suspensos, sem fôlego, quase sem vida cardíaca.
Sempre me encantou o modo como as mortes iniciais davam o mote para o episódio e transformavam a vida daquela familia e de todos os que a rodeiam (acho que esta interaccão foi menos conseguida na terceira série, nem sempre as mortes estavam omnipresentes durante os 50 minutos).
A morte fica muito bem aos Fincher, tão bem que eles usam-na mais para sobreviver do que para viver. Muito mais do que uma fonte de rendimento, a morte é uma lição de vida.
Cada episódio, pelo menos para mim, é um livro que me ensina, uma porta aberta de experiências. Obrigado Senhor Allan Ball.
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